"...E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente.
Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos
outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se
afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a
ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
quarta-feira, fevereiro 23, 2005
terça-feira, fevereiro 22, 2005
segunda-feira, fevereiro 21, 2005
Tu sabes que és o perfeito anormal
É com uma enorme alegria que vejo na TV este "jovem" a consolar uma velhota pela derrota do PSD. Não me surpreende já que dele espero todo o tipo de coisas despropositadas.
Como apresentador não vale um chavo, é uma versão masculina do embuste Serenela Andrade (que só faz TV porque o papá Luis Andrade manda na RTP).
Como homem também não vale nada, basta uma saída ao Lux, e ter o azar de o encontrar numa noite "em alta", pra perceber o que este rapazito que se faz passar por jovem com valores realmente é.
Pedro Granger de facto personifica o afastamento das pessoas com valor do núcleo do PSD. Nenhum jovem com dois dedos de testa, ou que simplesmente não caia no engodo das revistas cor-de-rosa, ou num sorriso de carinha laroca pode encontrar no homem dos 3/4 relógios um exemplo a seguir.
De facto este Hoover do Lux, é uma amostra da porcaria que hoje em dia, dá a cara por um partido outrora capaz, responsável e cuja esperança dos portugueses nele residia.
Santana é um Granger mais velho, menos aspirador, muito infantil no entanto, um autêntico D. Quixote que dia sim dia sim dá tiros nos próprios pés.
Cabe-me apenas dar os parabéns a Portugal, por me ter feito rir imenso neste dia em que Paulo Portas quase chora no pulpito (pensei que o tipo era um cínico, mas não ele achava mesmo que Portugal era um país de estupidos, que se amedrontava com o discurso do apocalipse de esquerda que para aí vinha). Chora Paulo Portas e chora a sua pandilha de meninos bem que saiu do panorama politico português da mesma forma que entrou - sem saber porquê.
Vem aí o PS, a esperança na "mudança de treinador" não é muita para mim, é muito mais do que aquilo que ele pode dar para a maioria dos portugueses, mas isso é perfeitamente compreensível, já que a maioria dos portugueses também é benfiquista.
Sócrates tem a real chance de convidar pra fazer governo os homens mais capazes, mais hábeis, e mais independentes, dentro de uma base sólida parlamentar, se não o fizer aí sim passa a ser um verdadeiro roto.
Está lançado o seu primeiro desafio, a escolha dos nomes e das pastas, pra já só tenho visto moscas vargeiras à sua volta, espero que não seja mesmo uma merda este Sócrates (Edite minha grande pêga desaparece deste país).
Para acabar adoro todos os iluminados que fogem da esquerda como o diabo da cruz, um dia ainda me vão explicar como se pode evoluir se só os poderosos têm a palavra. Há que procurar o equilibrio e neste momento a balança está muito virada pra direita.
Viva as horas de espera nos hospitais, viva as propinas carissimas, viva os salários baixos, viva a gestão das escolas por professores e as dos hospitais por médicos, viva a fuga aos impostos de empresas e profissionais lierais, viva o heli do Damásio, viva o Bibi do Benfica, viva o país dos bancos e dos contrutores civis, viva tudo o que nos leva pra baixo neste país tão bom de se viver mas onde nada parece fácil de resolver...
Por ultimo, queria dizer aos filhos da puta da AIP e da CIP, pra terem calma que não há necessidade de marcar terreno, ele já é vosso, têm-nos bem agarrados pelos colhões.

Tu Sabes que és o perfeito anormal
Posted by Hello
Como apresentador não vale um chavo, é uma versão masculina do embuste Serenela Andrade (que só faz TV porque o papá Luis Andrade manda na RTP).
Como homem também não vale nada, basta uma saída ao Lux, e ter o azar de o encontrar numa noite "em alta", pra perceber o que este rapazito que se faz passar por jovem com valores realmente é.
Pedro Granger de facto personifica o afastamento das pessoas com valor do núcleo do PSD. Nenhum jovem com dois dedos de testa, ou que simplesmente não caia no engodo das revistas cor-de-rosa, ou num sorriso de carinha laroca pode encontrar no homem dos 3/4 relógios um exemplo a seguir.
De facto este Hoover do Lux, é uma amostra da porcaria que hoje em dia, dá a cara por um partido outrora capaz, responsável e cuja esperança dos portugueses nele residia.
Santana é um Granger mais velho, menos aspirador, muito infantil no entanto, um autêntico D. Quixote que dia sim dia sim dá tiros nos próprios pés.
Cabe-me apenas dar os parabéns a Portugal, por me ter feito rir imenso neste dia em que Paulo Portas quase chora no pulpito (pensei que o tipo era um cínico, mas não ele achava mesmo que Portugal era um país de estupidos, que se amedrontava com o discurso do apocalipse de esquerda que para aí vinha). Chora Paulo Portas e chora a sua pandilha de meninos bem que saiu do panorama politico português da mesma forma que entrou - sem saber porquê.
Vem aí o PS, a esperança na "mudança de treinador" não é muita para mim, é muito mais do que aquilo que ele pode dar para a maioria dos portugueses, mas isso é perfeitamente compreensível, já que a maioria dos portugueses também é benfiquista.
Sócrates tem a real chance de convidar pra fazer governo os homens mais capazes, mais hábeis, e mais independentes, dentro de uma base sólida parlamentar, se não o fizer aí sim passa a ser um verdadeiro roto.
Está lançado o seu primeiro desafio, a escolha dos nomes e das pastas, pra já só tenho visto moscas vargeiras à sua volta, espero que não seja mesmo uma merda este Sócrates (Edite minha grande pêga desaparece deste país).
Para acabar adoro todos os iluminados que fogem da esquerda como o diabo da cruz, um dia ainda me vão explicar como se pode evoluir se só os poderosos têm a palavra. Há que procurar o equilibrio e neste momento a balança está muito virada pra direita.
Viva as horas de espera nos hospitais, viva as propinas carissimas, viva os salários baixos, viva a gestão das escolas por professores e as dos hospitais por médicos, viva a fuga aos impostos de empresas e profissionais lierais, viva o heli do Damásio, viva o Bibi do Benfica, viva o país dos bancos e dos contrutores civis, viva tudo o que nos leva pra baixo neste país tão bom de se viver mas onde nada parece fácil de resolver...
Por ultimo, queria dizer aos filhos da puta da AIP e da CIP, pra terem calma que não há necessidade de marcar terreno, ele já é vosso, têm-nos bem agarrados pelos colhões.

Tu Sabes que és o perfeito anormal
Posted by Hello
segunda-feira, fevereiro 14, 2005
O simbologismo dos dias
Para alguém que passa a vida com o seu ou sua mais que tudo, para que serve o dia dos namorados?
Pra encher o bolso aos floristas e vendedores de chocolates?
Já agora façam uma experiência, depois de pedirem as flores, depois da florista fazer aquele raminho lindo, todo pomposo, perguntem quanto é.
Ela(e) responde " É x Euros", e vocês respondem com um ar sádico "passe-me o recibo por favor".
Feliz dia dos namorados para todos...
Pra encher o bolso aos floristas e vendedores de chocolates?
Já agora façam uma experiência, depois de pedirem as flores, depois da florista fazer aquele raminho lindo, todo pomposo, perguntem quanto é.
Ela(e) responde " É x Euros", e vocês respondem com um ar sádico "passe-me o recibo por favor".
Feliz dia dos namorados para todos...
domingo, fevereiro 13, 2005
sábado, fevereiro 12, 2005
Radicalismos e fanatismos
Sempre pensei que o vazio de causas na minha geração era uma forte desvantagem que tinhamos relativamente aos nossos pais, mas nunca pensei que fosse tão negativa como de facto se tornou nos dias de hoje.
Há 31 anos atrás seria muito mais fácil compreender que algumas pessoas se encontrassem no desespero, por não se lhes dar a justiça às palavras, ou mesmo por essas mesmas palavras provocarem a quem as proferiu, a perseguição das autoridades.
Após a revolução de 25 de Abril de 1974, foi o tirar a barriga da miséria. Muitos dos que eram perseguidos, passaram a perseguir exactamente pela mesma razão que os levou em tempos a fugir ou a sofrer as consequências de não o fazer ; «a expressão das suas ideias e credos».
Hoje em dia todos somos livres de expressar a nossa opinião, ou será que não?
Na minha opinião (e espero não levar porrada por torná-la pública) penso que não somos livres de expressar o que pensamos, e muito menos de fazer valer os nossos valores e crenças. Deixou de existir o lápis azul e a perseguição vermelha, mas eu não me sinto mais livre por isso.
As pessoas continuam a censurar, e a ser censuradas, isto porque nos é dificil aceitar a diferença. O que realmente piorou neste aspecto é que muitos dos que se classificam como protectores das liberdades são os que mais atentam contra ela.
Os que se classificam como elite de pensamento, e que pensam muito além do que o normal "portuguesinho" possa algum dia alcançar, os que se indignam com a palavra "preto" ou "comuna", classificam ao primeiro sinal de suspeição o próximo como "racista" ou "fascista".
As pessoas simplesmente não sabem aceitar as diferenças, e à falta de verdadeiras causas agarram-se a causas bem mais ridículas extremando-as e limitando-as ao que apenas essas mesmas pessoas esperam delas.
É o caso do futebol, eu como portista a viver em Lisboa, sinto-o a toda a hora.
Optei pelo clube que optei, sem razão aparente porque a isso se chama clubite ou paixão. No entanto não são poucas as vezes que, quando tento ir a um estádio em Lisboa com a camisola do meu clube, sou insultado, muitas vezes perseguido e por sorte nunca fui agredido. Estas pessoas que o fazem são por vezes alguns idiotas sem grande capacidade de intelecto ou mesmo de reflexão para poder perceber que sem nós (o adversário) o futebol não tinha piada nenhuma. Mas mais grave que isso, algumas destas pessoas quando observam em documentários ou filmes cenas de perseguição dos nazis aos judeus ficam repugnadas e incrédulas com a razão pela qual aqueles desgraçados eram perseguidos, insultados, maltratados e em ultimo estágio mortos.
Como apelidamos alguém que se diz feliz com a democracia e depois despreza ou menospreza a nossa ideologia ou escolha partidária apenas e só porque não é a dela.
Outro problema que penso que afecta e muito o nosso país foi a transformação da politíca partidária numa espécie de circo futebolístico, onde os dirigentes partidários cada vez mais assumem um papel de criação de polémica (com o claro objectivo de afastar gente séria e honesta do debate politíco), e pouca discussão de ideias e acções.
Esta nova forma de viver a política em Portugal está a encaminhar a realidade atrás referida relativamente ao futebol para o mundo da política. A intolerância relativamente à livre escolha de cada um.
Cada vez mais observo no dia-a-dia, defensores de partidos e políticas dogmáticos, isto é, que não se questionam quanto ao que defendem, "é assim e concordo simplesmente por ser aquela cor".
Aqui mais uma vez deparo-me com a intolerância relativa à minha escolha. Há um número alargado de pessoas, que simplesmente não toleram o facto de eu estar mais inclinado a votar Bloco de Esquerda, do que CDS/PP ou PPD/PSD ou ainda PS.
É mau ser "comuna", mas o problema é que eu nem sequer o sou, aliás sou uma pessoa apartidária mas com valores, muitos dos quais são defendidos pelo partido de Francisco Louçã, muitos outros discordo profundamente mas por isso é que não existe o meu partido mas sim o Bloco de Esquerda.
Tentar explicar sequer o que me leva a votar neles nas próximas eleições, é um acto de masoquismo, pois poucos me levariam a sério, eu simplesmente seria um dos maluquinhos que vota no Bloco (Viva a liberdade de escolha!!!!).
Todos os dias alguém, ou alguns tentam privar-nos dessas escolhas, moralmente ou com uma piadinha, ou com uma desvaloirização das mesmas e logo de nós próprios "eu existo, tu não".
Cabe-nos pois tentar mudar, no pouco a pouco das reações que temos com os outros, esta forma de nos relacionarmos com o próximo para podermos de facto defender e assumir a liberdade de todos. "Posso não concordar contigo, mas se te ouvir terei a oportunidade de saber algo que anteriormente desconhecia".
Viva a liberdade, a verdadeira liberdade, eu luto por ela, por vezes até comigo mesmo.
Há 31 anos atrás seria muito mais fácil compreender que algumas pessoas se encontrassem no desespero, por não se lhes dar a justiça às palavras, ou mesmo por essas mesmas palavras provocarem a quem as proferiu, a perseguição das autoridades.
Após a revolução de 25 de Abril de 1974, foi o tirar a barriga da miséria. Muitos dos que eram perseguidos, passaram a perseguir exactamente pela mesma razão que os levou em tempos a fugir ou a sofrer as consequências de não o fazer ; «a expressão das suas ideias e credos».
Hoje em dia todos somos livres de expressar a nossa opinião, ou será que não?
Na minha opinião (e espero não levar porrada por torná-la pública) penso que não somos livres de expressar o que pensamos, e muito menos de fazer valer os nossos valores e crenças. Deixou de existir o lápis azul e a perseguição vermelha, mas eu não me sinto mais livre por isso.
As pessoas continuam a censurar, e a ser censuradas, isto porque nos é dificil aceitar a diferença. O que realmente piorou neste aspecto é que muitos dos que se classificam como protectores das liberdades são os que mais atentam contra ela.
Os que se classificam como elite de pensamento, e que pensam muito além do que o normal "portuguesinho" possa algum dia alcançar, os que se indignam com a palavra "preto" ou "comuna", classificam ao primeiro sinal de suspeição o próximo como "racista" ou "fascista".
As pessoas simplesmente não sabem aceitar as diferenças, e à falta de verdadeiras causas agarram-se a causas bem mais ridículas extremando-as e limitando-as ao que apenas essas mesmas pessoas esperam delas.
É o caso do futebol, eu como portista a viver em Lisboa, sinto-o a toda a hora.
Optei pelo clube que optei, sem razão aparente porque a isso se chama clubite ou paixão. No entanto não são poucas as vezes que, quando tento ir a um estádio em Lisboa com a camisola do meu clube, sou insultado, muitas vezes perseguido e por sorte nunca fui agredido. Estas pessoas que o fazem são por vezes alguns idiotas sem grande capacidade de intelecto ou mesmo de reflexão para poder perceber que sem nós (o adversário) o futebol não tinha piada nenhuma. Mas mais grave que isso, algumas destas pessoas quando observam em documentários ou filmes cenas de perseguição dos nazis aos judeus ficam repugnadas e incrédulas com a razão pela qual aqueles desgraçados eram perseguidos, insultados, maltratados e em ultimo estágio mortos.
Como apelidamos alguém que se diz feliz com a democracia e depois despreza ou menospreza a nossa ideologia ou escolha partidária apenas e só porque não é a dela.
Outro problema que penso que afecta e muito o nosso país foi a transformação da politíca partidária numa espécie de circo futebolístico, onde os dirigentes partidários cada vez mais assumem um papel de criação de polémica (com o claro objectivo de afastar gente séria e honesta do debate politíco), e pouca discussão de ideias e acções.
Esta nova forma de viver a política em Portugal está a encaminhar a realidade atrás referida relativamente ao futebol para o mundo da política. A intolerância relativamente à livre escolha de cada um.
Cada vez mais observo no dia-a-dia, defensores de partidos e políticas dogmáticos, isto é, que não se questionam quanto ao que defendem, "é assim e concordo simplesmente por ser aquela cor".
Aqui mais uma vez deparo-me com a intolerância relativa à minha escolha. Há um número alargado de pessoas, que simplesmente não toleram o facto de eu estar mais inclinado a votar Bloco de Esquerda, do que CDS/PP ou PPD/PSD ou ainda PS.
É mau ser "comuna", mas o problema é que eu nem sequer o sou, aliás sou uma pessoa apartidária mas com valores, muitos dos quais são defendidos pelo partido de Francisco Louçã, muitos outros discordo profundamente mas por isso é que não existe o meu partido mas sim o Bloco de Esquerda.
Tentar explicar sequer o que me leva a votar neles nas próximas eleições, é um acto de masoquismo, pois poucos me levariam a sério, eu simplesmente seria um dos maluquinhos que vota no Bloco (Viva a liberdade de escolha!!!!).
Todos os dias alguém, ou alguns tentam privar-nos dessas escolhas, moralmente ou com uma piadinha, ou com uma desvaloirização das mesmas e logo de nós próprios "eu existo, tu não".
Cabe-nos pois tentar mudar, no pouco a pouco das reações que temos com os outros, esta forma de nos relacionarmos com o próximo para podermos de facto defender e assumir a liberdade de todos. "Posso não concordar contigo, mas se te ouvir terei a oportunidade de saber algo que anteriormente desconhecia".
Viva a liberdade, a verdadeira liberdade, eu luto por ela, por vezes até comigo mesmo.
quarta-feira, fevereiro 02, 2005
Internet como um escape # 3
Desta vez o internet como um escape vai ser bem curtinho, como as vossas contas do hotmail costumam ser.
Quem não teve já problemas com os reduzidos 2 Megas de mensagens recebidas que o hotmail convencional nos atribuí quando nos inscrevemos nos seus serviços?
Agora se eu lhes dissesse que esses 2 megas podem numa semana transformar-se em 250 megas, vocês diríam: "O Saci-Pererê é o maior coxo do mundo!"
Aqui vai um link para vos fazer a vontade:
http://www.linuxit.com.br/blog/index.php?p=28
Quem não teve já problemas com os reduzidos 2 Megas de mensagens recebidas que o hotmail convencional nos atribuí quando nos inscrevemos nos seus serviços?
Agora se eu lhes dissesse que esses 2 megas podem numa semana transformar-se em 250 megas, vocês diríam: "O Saci-Pererê é o maior coxo do mundo!"
Aqui vai um link para vos fazer a vontade:
http://www.linuxit.com.br/blog/index.php?p=28
Subscrever:
Mensagens (Atom)
