Adolf Hitler (20 de Abril, 1889 – 30 de Abril, 1945) sobe a Chanceler da Alemanha em 1933 e Führer (o líder) da mesma nação a partir de 1934 até à sua morte. Lider do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei), por razões catastróficas celebremente conhecido por Partido Nazi.
O ponto fulcral da vida politíca de Adolf Hitler dá-se durante a célebre Grande Depressão, e quando esta atinge inevitavelmente a Alemanha, em 1930. A então Républica Weimar estava fragilizada (como sempre esteve) e tinha forte oposição dos comunistas,da direita conservadora e dos Nazis.
A Grande-Coligação que dava força ao governo da época desfaz-se e é substituída por uma minoria parlamentar.
O novo Chanceler Heinrich Brüning, sem maioria no parlamento implementava as suas medidas através de decretos presidenciais de emergência.
Tolerada pela maioria dos partidos com assento parlamentar a excepção rapidamente passou a regra abrindo caminho para novas formas de governação autoritárias.
A oposição inicial da Reichstag (parlamento alemão) às medidas do Chanceler conduziu a eleições prematuras em Setembro de 1930.
Os partidos republicanos perdem a maioría e também a capacidade de formar novamente a Grande-Coligação, ao mesmo tempo os Nazis ascendem de uma relativa obscuridade para uns consideráveis 18,3 % de votação o que corresponde a 107 lugares no Reichstag, passando a ser a segunda maior força politíca da Alemanha.
As medidas austeras de Brüning não davam sinais de melhorias económicas, por outro lado atribuiam-lhe grandes niveis de impopularidade. Aproveitando-se desta conjectura social e politíca e económica de crise, Adolf Hitler apela aos agricultores, veteranos da primeira grande guerra e à classe média, sectores gravemente afectados pela inflação exponencial e pelo desemprego provocado pela Grande Depressão, mas recebe pouco apoio da classe trabalhadora urbana e das regiões tradicionalmente católicas.
Em 1932 Hitler concorre nas eleições presidenciais contra o então presidente Paul von Hindenburg, após vários problemas burocráticos, ligados à sua nacionalidade austríaca que quase o impediam de se candidatar Hitler consegue passar à segunda volta, e alcança na derradeira votação 35% dos votos.
Devido à influência da Camarilla (espécie de conselho de estado) o Presidente Hindenburg pressiona o Chanceler Brüning para que este mova a sua governação para métodos mais aproximados à direita autoritarista. Em Maio de 1932 Brüning acaba por resignar juntamente com o seu gabinete.
O presidente substitui Brüning por Franz von Papen, mas este dada a minoria parlamentar do seu partido conservador imediatamente convoca eleições antecipadas. Eleições essas onde o Partido Nazi alcança o seu maior resultado até à data, ficando com 230 lugares no parlamento, a maioria.
Sem a maioria nenhum governo poderia ser formado, e von Papen ainda tenta persuadir Hitler a tornar-se vice-Chanceler e a entrar para o seu governo com a pasta dos assuntos parlamentares.
Hitler rejeita de imediato esta proposta, e com algum jogo politíco coloca prssão sobre von Papen. Negociando com várias forças politícas Hitler chama a si o papel de Chanceler, no entanto o Presidente Hindenburg recusa consistentemente que este suba à chancelaria.
Após um voto de censura maioritário (84%), o governo de von Papen dissolve o Reichstag, convocando novas eleições parlamentares. Apesar do Partido Nazi perder votos nestas eleições, mantém a maioria do Parlamento alemão.
Falhada a tentativa de ganhar o poder parlamentar von Papen propõe novamente dissolução e suspensão de eleições por tempo indeterminado, o que inicialmente é aceite pelo Presidente, mas a falta de apoio militar por parte de influentes patentes do exécito alemão, como o General Kurt von Schleicher fazem-no recuar nesta intenção.
É apontado então como novo Chanceler o General Kurt von Schleicher, mas acaba por falhar no mesmo objectivo do seu antecessor e será destituído tal como van Papen.
Van Papen ressentido com o seu afastamento e com sede de vingança do seu sucessor inicia uma conspiração que envolve a Camarilla e o poderoso Alfed Hugenberg, propietário de vários media alemães e presidente do Partido Nacionalista-conservador Alemão. envolvidos nesta trama estão também outros importantes homens de negócios alemães que acabam por financiar o Partido Nazi quando este quase que é declarado falido devido às enormes despesas associadas à sua enorme máquina de propaganda.
Esperando que com esse apoio viesse algum retorno este tecido empresarial de grande importância para a economia alemã começa a pressionar o Presidente Hindenburg para que este nomeie Adolf Hitler como chefe de um governo independente dos partidos, facto que poderia levar à aceitação e união de milhões de alemães.
Por fim e com alguma relutância o Presidente nomeia Hitler como Chanceler da coligação governamental entre o Partido Nazi e o Partido Nacionalista-Conservador Alemão.
Apesar do plano inicial dos conspiradores ser o de usar Hitler como figura de proa, os nazis haviam já tomado os principais lugares de decisão na estutura governamental, e na manhã seguinte a ser nomeado Chanceler alemão, Adolf Hitler faz o juramento de Chanceler no gabinete presidencial, numa cerimónia apelidada pelos observadores como breve e simples.

Faz este Domingo 29 de Fevereiro de 2006 precisamente 73 que Adolf Hitler era indicado pelo presidente alemão Paul von Hindenburg como o novo Chanceler da Alemanha.
1 comentário:
o fernandão pode ser considerado o melhor jogador do time? se não pq? ai!! vôsou euuu jakinha
é inter na certa! sangue vermelho time vermelho.....ta no sangue!!!!!!!!!!!
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