domingo, fevereiro 26, 2006

Carnaval traz dementes à rua...


Para surpresa minha o carnaval levei-o a mal...

Há algum tempo que vivo na Holanda e nunca tinha sentido o espectro da xenofobia tão perto.

Ontem saí com uns amigos e bem no centro da cidade tive que "mostrar os dentes" a um coquinado, para não ter que mostrar como é fácil espancar um toxicodependente xenófobo.

A mesma sorte não teve um amigo meu, foi cobardemente atirado ao chão quando pedalava para casa. Tão cobarde que uma vez mais o anormal que o atirou ao chão só se lembrou que podia insultar e ameaçar quando já estava a ser agarrado pelos amigos. Respeitinho é bonito e o medo é uma constante nos cobardes movidos pelo seu pouco intelecto que atacam estudantes estrangeiros sem motivo algum.

Breda não é nada disto, o carnaval traz toda a escumalha até esta bela cidade pacata e ordeira, onde as pessoas são simpáticas e recebem bem. Quero que este carnaval acabe, se ainda recordo pessoas que se queixam em Portugal dos balões de água e dos sacos de farinha, o nosso espirito é bem mais salutar que este vergonhoso Carnaval da xenofobia...

The greatest




Once I wanted to be the greatest
No wind or waterfall could stop me
And then came the rush of the flood
The stars at night turned you to dust

Melt me down
To big black armour
Leave no trace
Of grace
Just in your honor
Lower me down
That corporate slob
Make a watch
For a space in town
For the lack of the drugs
My faith had been sleeping
Lower me down
In the end
Secure the grounds
For the later parade

Once I wanted to be the greatest
Two faced, sad little rock
When things I couldn't explain
Any feelings
Oh worn me down
In the end
Secure the grounds
For the lack of the drugs
My faith had been sleeping
For the later parade

Once I wanted to be the greatest
No wind or water fall could stop me
And then came the rush of the flood
The stars at night turned you to dust

sábado, fevereiro 25, 2006

Nova votação inicia-se hoje...

Uma nova votação inicia-se hoje, mesmo aqui ao lado, é só clickar no vota, não custa nada e é rapidissimo.

Quanto aos resultados da primeira votação, foram de tal forma significativos que apenas posso colocá-los em percentagens.

Na primeira questão : Quem o inspira mais no seu dia-a-dia?

Tino de Rans: 33%
Mogais Sagmento: 0%
Alexandrino o Bruxo: 67%

Na segunda questão: Como se sente hoje?

Excelente (Aldo Lima): 50%
Assim Assim (Marco Horácio) 50%
Não muito bem (Nilton o cómico sem piada) 0%
Péssimo (Luís Filipe Vieira um não cómico com muita piada) 0%


Agora é só dar um click até aqui ao lado e votar no novo "census".

494 citações para a vida




"Para fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força, é preciso também viver um grande amor".


Wolfgang Amadeus Mozart

Mozart



Mozart era um exímio pianista, podendo ser considerado o primeiro virtuose da história deste instrumento.

Ele adorava apresentar em público os seus dotes de pianista e, nos seus últimos anos em Viena, esta era uma de suas principais fontes de rendimento. Ao contrário, por exemplo, dos seus concertos para instrumentos de sopro, escritos para um amigo clarinetista (Anton Stadler), ou para um amigo trompista (Ignaz Leutgeb), ou um ou outro instumentista que se aproximava de Mozart pedindo-lhe que compusesse música para o seu instrumento, os concertos para piano e orquestra de Mozart foram escritos - com algumas excepções - para serem tocados em público pelo próprio Mozart.

Não é de surpreender, portanto, que haja tantas obras primas entre os concertos para piano de Mozart. Alguns pensam que a melhor música de Mozart está nos concertos para piano. Outros pensam que está nas óperas. Nenhum outro compositor compôs tantos concertos para piano quanto Mozart, e ninguém o superou neste género.

Embora tenha composto obras primas em todos os géneros musicais existentes, Mozart parecia manifestar o melhor do seu génio naquelas situações em que um solista tem que se defrontar com uma orquestra, como nas árias de ópera e nos concertos. Seria isto uma metáfora da contraposição indivíduo/sociedade, ou do génio que se destaca dos seus contemporâneos?

Pode ser, mas nos concertos para piano nós temos a vantagem adicional de que ele próprio era virtuose do instrumento para o qual escrevia, e isto explica por que encontramos mais obras primas de Mozart entre os concertos para piano que entre as sinfonias, por exemplo, ou os quartetos de cordas.

Köchel numerou os concertos para piano de Mozart de 1 a 27. Só que Köchel não sabia que os que ele numerou de 1 a 4 não são obras originais de Mozart, são só arranjos que Mozart fez para piano e orquestra de sonatas para cravo de outros compositores. Esses arranjos são pièces d'occasion, meros pastiches que Mozart fez aos 11 anos de idade, que ele provavelmente nem sequer pensava em guardar para a posteridade. Além disso, Köchel incluiu entre os "concertos para piano" um que é na realidade para três pianos (no. 7, K242) e outro para dois pianos (no. 10, K365). Subtraindo então estes 6 dos 27 que Köchel numerou, ficamos com 21 concertos para piano e orquestra de Mozart.

O primeiro concerto para piano de Mozart que é universalmente aclamado como uma obra prima por todos aqueles que conhecem e amam a música de Mozart é o Concerto No. 9 em Mi Bemol Maior, K271, também chamado Concerto Jeunehomme devido à pessoa a quem ele foi dedicado, a pianista francesa Mademoiselle Jeunehomme, que visitou Salzburgo no inverno de 1776-1777 e que, segundo alguns, teria despertado uma paixão em Mozart. Não se sabe quase nada a respeito dessa mulher, e depois dessa visita a Salzburgo ela desaparece da história sem deixar rasto.

Outra peça interessante deste período inicial em Salzburgo é o Concerto No. 12 em Lá Maior, K414, uma peça leve, graciosa e despreocupada, capaz de dar grande prazer ao ouvinte. Do número 16 em diante, os concertos para piano de Mozart são todos obras primas.

De todos os concertos para piano de Mozart, apenas dois são em tonalidade menor: o No. 20 em Ré Menor, K466 e o No. 24 em Dó Menor, K491. As tonalidades menores são mais sombrias e mais tristes que as tonalidades maiores, mais claras, mais luminosas, mais alegres. O estado mental transmitido por esses dois concertos se assemelha a uma psicose no No. 20, e a uma neurose no No. 24. Sentimos fantasmas na introdução orquestral do Concerto em Ré Menor (pode-se chamá-lo assim sem perigo de confusão, porque Mozart só compôs um nessa tonalidade), lembrando a cena no último acto de Don Giovanni, em que o fantasma do comendador entra na casa de Don Giovanni. Esta cena, bem como a ária da Rainha da Noite no segundo acto de A Flauta Mágica estão entre as poucas ocasiões em que Mozart utilizou essa tonalidade tétrica, fantasmagórica, ameaçadora de ré menor. Já o Concerto em Dó Menor é muito triste, dando a impressão de que Mozart estava deprimido quando o compôs. Dó menor é a tonalidade trágica por excelência (a mesma tonalidade da Quinta Sinfonia de Beethoven). Um outro ponto a ser marcado neste concerto é a sutileza e o refinamento da escritura para instrumentos de sopro, mormente no segundo movimento, onde há uma secção praticamente só para eles, que se põem a dialogar com o piano. Sviatoslav Richter deixou excelentes gravações tanto do Concerto em Ré Menor como do Concerto em Dó Menor.

O Concerto No. 21 em Dó Maior, K467 é outro favorito, tanto dos pianistas quanto do público. Ele é tão sublime, que qualquer palavra usada em relação a ele seria um despropósito, já que a música começa onde termina o poder das palavras. Tema de um famoso filme(Elvira Madigan, 1967).

O Concerto No. 22 em Mi Bemol Maior, K482, tem um primeiro movimento eufórico e festivo, cheio de fanfarras de tímpanos e trompetes. O segundo movimento, escrito na relativa (dó menor) é triste e sombrio, mas no último a luz e a alegria surgem de novo, com passagens celestiais nos instrumentos de sopro.

O Concerto No. 23 em Lá Maior, K488 tem um carácter angélico e sobrenatural. Mozart excluiu de sua orquestração todos os intrumentos de sonoridade rude ou agressiva; não há tímpanos nem trompetes; apenas uma flauta, dois clarinetes, dois fagotes e duas trompas, além das cordas. Não há contrastes dinâmicos violentos nem explosões orquestrais. O segundo movimento é em fá sustenido menor (a relativa de lá maior), acentuando ainda mais o caráter contemplativo desta música sublime. Maurizio Pollini é um dos melhores e mais refinados intérpretes deste concerto.

A Encyclopaedia Britannica chama o Concerto No. 26 em Ré Maior, K537 (chamado Concerto da Coroação) de "brilhante mas superficial". Isto pode ser verdade, mas esta é uma obra adequada para a finalidade para a qual foi criada: as festividades da coroação de Leopoldo II, imperador da Áustria, em 1790, ocasião na qual não cabem grandes dramas nem muita profundidade. Ao mesmo tempo majestoso e festivo, esta é uma obra capaz de dar grande prazer ao ouvinte.

Géza Anda gravou todos os concertos para piano de Mozart para a Deutsche Grammophon. Altamente recomendável.


Adaptado para lingua portuguesa de um texto da Wikipedia.org

É na solidão...

Há muitos que detestam a solidão, em tempos também me causou pânico, e por vezes ainda causa.

Mas na solidão vêm tantas coisas boas, principalmente coisas que nos damos a nós próprios, oportunidades de nos conhecermos um pouco melhor.

Os meus momentos de solidão são hoje em dia partilhados com livros de estudo (a tese a isso obriga), e de extraordinárias sonatas de piano de Wolfgang Amadeus Mozart. É uma sonoridade que me relaxa e me deixa bem comigo próprio. É bom estar-se só e bem acompanhado.

Na segunda-feira partilho mais momentos, mas melhores do que os de solidão, partilho momentos com a Leo.

Estamos a perder-te pra homossexualidade




Este é dedicado ao meu amigo Guilhoverme, só ele tinha expressões deste nível...

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

É este o país das próximas Olimpíadas?


Journalist who was driven mad in prison freed after 16 years


Reporters Without Borders notes the release of arts critic, Yu Dongyue, imprisoned after the June 1989 student demonstrations, who has left jail a broken man, driven mad after being tortured and held for long periods in solitary confinement.

And in an act which the press freedom organisation described as "the last word in cynicism" the authorities have just re-arrested his former student companion, Yu Zhijian, for "subversion".

"We are, of course, pleased to learn that Yu Dongyue is finally free. We hope that he will be able to regain a little serenity in returning to his family, after 16 years of imprisonment, "it said.

"Yu’s physical and psychological state demonstrates the full atrocity of the Chinese prison system, which destroys lives to gag dissident voices," said Reporters Without Borders, calling for the release of the 70 prisoners of opinion still in jail for taking part in the 1989 pro-democracy movement.

Yu Dongyue
, now 38, left prison N°1 in Hunan southern China on 22 February and was taken home to Shegang in Hunan, accompanied by his brother, Yu Xiyue.

"He does not recognise me and we cannot understand one another," his brother told Reuters news agency. His mother, Wu Pinghua said on the phone that she was very happy her son was coming home again, but added, "He is mentally ill and it will be a burden to take care of him."

Yu has very serious mental problems after spending at least six months in a cell measuring less than 3 metres square, followed by two years in solitary confinement. He was regularly tortured.

One former fellow inmate, Lu Decheng, said the journalist would kneel down whenever he saw a warden and would lick the ground, covered in people’s spit. He added that warders had tied Yu to an electricity post and left him out in the full sun for several days.

Journalist and art critic on Liuyang News, Yu was sentenced by the Beijing people’s intermediate municipal court to 20 years in prison and five years loss of political rights on 11 July 1989 on charges of "sabotage" and "counter-revolutionary propaganda". On 23 May 1989, he hurled egg shells full of red paint at Mao Zedong’s portrait in Tiananmen Square. The authorities were also displeased by his articles in support of free expression and for his avant-garde opinions on artistic matters.

His sentence was reduced by two years in 2000 after he "sincerely expressed his repentance and his wish to re-educate himself" and a second time by 15 months in 2003. Despite repeated pleas by his family for his release "on medical grounds", the authorities decided in August 2005 to delay his release date to 22 February 2006.

His two friends, Lu Decheng and Yu Zhijian, who were with him on 23 May 1989, had already been freed earlier.

Yu Zhijian has just been rearrested for taking part in a rotating hunger strike in support of a human rights lawyer being threatened by the government. His family has been informed of his arrest and the charge of "subversion" that has been made against him. He had been freed in March 2000 after 11 years in prison.

Lu Decheng, a former bus conductor, is currently being detained in Thailand. He should be able to leave for Canada, on 14 March 2006, under a UN High Commissioner for Refugees (UNHCR) resettlement programme, despite repeated calls from the Chinese government for him to be returned to China.

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

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Em homenagem ao derby deste fim-de-semana...





Espero que o grande F.C. Porto vença categoricamente a equipa da gripe das aves...

Hoje vou jantar


Hoje vou jantar seitan. Convidei as minhas 3 amigas alemãs, a Lisa que vivia comigo, a Pia morava no mesmo prédio, e a Nina que vivia com o Daniel a pessoa com quem mais curti aqui por Breda.

Como a Pia é vegetariana vou ter que desfazer-me em esforços para cozinhar um seitan à la portugaise.

Aqui fica a receita para quem quiser experimentar.

Azeite e cebola picada,depois junta-se os cogumelos cortados e sal.Posteriormente coloca-se o seitan cortado em tiras finas.
Não mexer como se tratasse de uma papa.Deixar ferver e juntar natas e leite até ficar molho abundante.
Por fim coloca-se um pau de canela e amêndoa ralada.
Servir com arroz e salada.

Religião

terça-feira, fevereiro 21, 2006

Erasmus REWIND



A chegada a Breda foi fantástica. Uns dias solarengos, muita esplanada, muita cor.
A Helena encontrou-se comigo aqui. Foi a nossa passagemd e testemunho, bebemos uma cerveja e passeámos.

A Helena fez o Erasmus dela em Breda, e apesar de apenas termos partilhado umas horas de convivência, as nossas conversas na rede mundial de informação, e os laços que nos ligam por experiências que vivemos em tempos diferentes mas de emoções semelhantes, criaram uma amizade muito boa, da qual já não posso nem quero prescindir.

Obrigado Helena por tudo.

Mais sonoridades







Clickem em cima para mais info...

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O VOTA aqui ao lado

O VOTA aqui ao lado é mesmo para se votar.
E já agora depois de votarem podem sempre voltar para o sitío do picapau amarelo.

Precisava desta manhã

Acordei hoje ao som do piano. O piano que mora aqui no prédio toca muito bem, e acordou-me suavemente enchendo o meu ouvido.

Pensei que sonhava com Charlie Chaplin, acordei com uma brecha de luz no meu quarto. Olhei para o portátil pensando que me havia esquecido dele ligado e este piano de melodia matinal, era a música do genérico de "Lucia y el sexo".
Nada disso o portátil está off, e a música mora mesmo aqui juntinho ao meu número 22.

Que bom, espreguiço-me rebolo nesta cama pequena mas catita. Com a mão esquerda abro metade dos cortinados, o tempo está cinzento e se já não chove parece que já choveu.

Continua a melodia... É a música de Charlie Chaplin. Sento-me na cama e procuro os chinelos. É hoje que arrumo definitivamente o meu quarto. Este inicio de dia promete. Pensei que seria mais um dia após a insónia de ontem e nem o facto de ter dormido apenas 3 horas me faz sentir mal. O piano continua a encher a minha manhã.

Quem será que toca tão bem? Depois de uma viagem ate à casa-de-banho e uma experiência colgate, aquele vislumbrar da imagem barbuda no espelho e o lábio rebentado por uma crise de fígado espelham bem a vida menos Erasmica que levo ultimamente.

Mas o piano não pára, vai tocando tão bem... Quem me dera acordar assim mais vezes. Não todos os dias, apenas aqueles que tal como hoje deveriam começar com um piano a tocar só para nós. Um dia especial como os dias que aqui passo sem o meu Tatu, sem a minha mãe e todos os que me são preciosos.

Cada nota é como um dia que aqui passo, vou sentir falta de Breda. Vou sentir falta de mim em Breda. Que manhã tão doce esta. Até o Saci está de volta.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Eu não sei se devia fazer isto.

Há um BLOG que é imperdivel.
Pela forma como o seu autor expõe a prosa intelectual, pelo conteúdo surpreendentemente actual e vivo, pela inspiração divina que ele tende a receber, este merece ser divulgado.


É o blog não sei quantos.

Não se privem deste conceito de realidade, aconselho uma incursão no mundo de um perfeito ... vocês sabem.

domingo, fevereiro 12, 2006

Dois sons

Recomendo dois albuns que tenho ouvido ultimamente:







Clickem nas fotos e são enviados numa nave espacial até uma página onde podem ver toda a informação sobre os albuns...

Boas sonoridades!!!

sábado, fevereiro 11, 2006

A homenagem nunca é tardia...

Jorge Perestrelo

O país que amo...

O país que amo, é Portugal.

Amo o nosso povo tão único no mundo. E são os portugueses que podem e conseguem fazer-me emocionar pelos melhores e piores motivos. Aqui ficam os dois:





http://jn.sapo.pt/2006/02/11/grande_porto/abandonados.html



Citando o falecido e recordado com saudade Jorge Perestrelo "Eu te amo Portugal" pena que haja muitos que não amam o nosso país e a nossa gente como ele amava e eu amo.

domingo, fevereiro 05, 2006

Postar as caricaturas de Mohamed

Eu ainda pensei postar aqui as caricaturas de Mohamed, mas para ser verdadeiramente justo teria, que colocar aqui alguns cartoons que ironizam também com o sofrimento judaico às mãos dos Nazis.

Se a minha cultura ocidental tem muitas coisas positivas, a liberdade de expressão é uma delas, e todo e qualquer cartoonista que decida trabalhar num assunto tabu, por mais horrivel que seja terá sempre o meu apoio na sua forma de expressão.

Não quer isto dizer que eu tenha que gostar, de facto já vi todos os cartoons, e apenas a um lhe achei piada, alguns pareceram-me mais idiotas do que engraçados.

Fica aqui o link para quem tem o desejo de informação, pois ao contrário do que muitos fanáticos que podem, e bem ser apelidados de facistas-religiosos, não apenas islãmicos ou árabes, também cristãos (o próprio Vaticano tomou como ofensivos estes simples e pouco significativos cartoons) estes cartoons são isso mesmo cartoons.

Quem quer saber o que se trata poderá ver, quem achar que lhe é ofensivo não clicke neste link.

http://cryptome.org/muhammad.htm

Para que se perceba de uma vez por todas que este movimento em torno dos cartoons não é mais do que uma campanha de desinformação e ataque ao mundo ocidental que ameaça cada vez mais a pobreza dos regimes dominados por fanátcos religiosos, directa ou indirectamente deixo aqui a outra face da moeda.

E uma vez mais eu digo, que estes cartoons podem ferir susceptibilidades e ofender pessoas, por isso deixo ao critério de cada um a consulta dos cartoons do mundo árabe que tocam no ponto mais sensivel do povo judeu, o nazismo.

http://www.tomgrossmedia.com/ArabCartoons.htm


A minha insignificante opinião não conta muito, mas eu penso que está na hora da U.E. partir para uma nova forma de diálogo com os países árabes que permitem e impulsionam os seus cidadãos ou organizações legitimas, a desinformar o seu próprio povo e a instigá-lo à violência e intolerância. Os cartoons podem violar a mais sagrada lei islâmica mas só olha para eles quem quer. Posso inclusivé dizer que não foi fácil encontrá-los na net, pois várias páginas os retiraram sabe-se lá porque razão.

Viva a liberdade, viva o respeito pelo próximo, viva a humanidade e o sentido de humor...

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State of the union...


George W. Bush fala Toda a verdade num discurso ao país.

http://www.filecabi.net/video/sate-of-the-union.html

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

É um homem com Agá GRANDE!!!!




"O Sporting foi fundado em 1906. Eh pá, tem quase mil anos!"

Esta é a minha favorita citação entre todas, mas o Telmo tem muitas...

É um homem como ele poderia escrever com agá grande.

Aqui vão as outras pérolas de sabedoria:

"Quero todos nus a fazer streap-tease!"

"Fáite-dáivers!"


"Não cabeu a carapuça!"

"Nós estávamos no palco e no meio do fundo só se viam as sombras."

"Oh Big. Sai daqui! Não estroves!"

"Tenho medo de ser o maior ronhas à face da terra aqui na casa."

"Eu encaixo-me melhor nos homens!"
(essa parece ser a regra geral dos homofóbicos)

"O desporto é a manutenção do meu corpo humano..."

"Vou fazer uma cirurgião plástica."
(se soubesse falar estar-se-ia a referir à futura prole, que saindo ao pai seria uma excelente profissional)

"As opiniões pessoais de cada um são muito próprias."

"Uma pessoa vira-se para um lado e se for preciso desvira-se."

"Há aqui pessoas que se estão a cagar para o grupo e que só querem saber de mim próprias!"

"Achas a carne elástica? Nós na tropa comiamos cobra... Queria-te ver a comer cobra!"


"Vou regar o jardim com esta mangueira. Ó Paulo!!! Liga aí o jardim!"

"Ninguém gosta que ninguém engorde."

"O que ma apetece no grupo é... sexo em grupo...muitas ÓRGIAS...muitas ÓRGIAS!"

"Uma pessoa da tropa quando tem um objectivo faz-se de estúpido e consegue!"

Telmo para a Célia: "pá, eu respeito-te como uma qualquer, portanto tb me devias respeitar por mim."

Telmo no confessionário em relação ao casamento com a Célia: "Isso só o futuro com o tempo o dirá!"

Marta: "Há uma fronteira muito ténue..." Pergunta o Telmo: "Ténue? O que é isso?! Oh pá fala português!"

"Eu num tou a falar, só tou a dizer!!!"


"Vou encarar isto da maneira mais naturalista possível." (todo nu?)

"Dói-me o antebraço!" - Marco pergunta: "Mas tu sabes o que é o antebraço?" e o Telmo responde: "Claro que sei! como o próprio nome indica é o que está antes do braço, ou seja, o ombro".