Mas na solidão vêm tantas coisas boas, principalmente coisas que nos damos a nós próprios, oportunidades de nos conhecermos um pouco melhor.
Os meus momentos de solidão são hoje em dia partilhados com livros de estudo (a tese a isso obriga), e de extraordinárias sonatas de piano de Wolfgang Amadeus Mozart. É uma sonoridade que me relaxa e me deixa bem comigo próprio. É bom estar-se só e bem acompanhado.
Na segunda-feira partilho mais momentos, mas melhores do que os de solidão, partilho momentos com a Leo.
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