Hoje recebo um mail que não me ata nem desata, antes complica. E porque complica, complica porque veio directamente da caixa de correio de uma mulher.
Um sábio professor meu de Universidade disse-me uma vez que a maior diferença entre o homem e a mulher não está na genitália (não irei tão longe), mas sim no complicómetro. O complicómetro segundo este homem do mais elevado grau de potência intelectual que o espírito humano pode atingir, é um mecanismo que apenas as mulheres possuem.
A cada situação simples que se lhes depara, as mulheres rodam o seu botãozinho do complicómetro e não o botãozinho que tantos homens buscam e não encontram, e de imediato a coisa complica-se. A complicação vai desde o sem sentido nenhum, à questão existencial mais profunda sem interesse nenhum.
A mulher por natureza não sabe lidar com coisas simples, nega-as, enfeita-as de problemas, procura soluções para problemas que não existem criando verdadeiras questões de dificil resolução, basicamente complica.
Não podemos viver sem elas, e não há género animal mais belo e sedutor que uma mulher, há uma em particular que me excita, que me excita. "Olhe que não, olhe que não".
Esta mulher que hoje ligou o seu complicómetro para mim, é muito muito apreciada por mim, não pelas razões que algumas cabeças doentes poderiam imaginar, mas apenas e só porque orienta a minha já fatidica tese. Tenho que lhe agradecer mas a verdade é que hoje apetece-me mais achincalhar-la e mandar qualquer coisa pegajosa pelo correio. Estou muito muito frustrado com algumas coisas, mas a verdade é que também já vislumbro luz ao fundo do tunel.
Bom hoje estou possuído, farto, cansado, desolado, estou que nem posso.
E perguntar-se-iam do porquê deste post chamar-se toque. A resposta seria "é que me sinto como se tivessem feito um toque rectal via e-mail".
Saravá
2 comentários:
Diz lá que não gostaste ;)
Ah pois é, lol
O túnel é longo ainda? Em que ponto te situas?
Calma! Tem calma que tudo se resolve!
beijos
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