sexta-feira, julho 27, 2007

E por vezes prefiro isto

Sempre senti um desprezo por livrosde auto ajuda, e confesso que o mesmo sentimento é derramado para os desgraçados que os leêm.

Vejo-os como simples passagens a escrito do que deveríamos por nós próprios materializar, ou que simplesmente escolhemos não o fazer por preguiça.

Enfim somos tristes, somos uns falhados , mas pelo menos podemos seguir com um sorriso largo na cara, mas apenas porque um tipo com o mesmo nível literário dos guionistas de uma qualquer "produção nacional", nos disse algo que por inaptidão mental não conseguimos pensar por nós próprios.

É a triste sina de ser inteligente, mas não o suficiente para vizualizar a quantidade de idiotas que nos rodeia, que nos separa de uma fortuna como escritor de best-sellers de auto-ajuda.

Aposto que um tipo que venda em Portugal um livro, do tipo "como ganhar a vida sem sair do meu bairro", ou "trabalha tu até aos 65, que eu sou deputado", fazia uma fortuna.

Deixo-vos com um clássico da web, por motivos passionais e de um efectivo homem que não consegue por agora rejeitar que continua apaixonado, vai com legendas em espanhol.

Venga coño a berlo que son solo siete minutos.

1 comentário:

Aelius disse...

Conheço isto, ouvi no "Thought for the day" há umas semanas atrás aqui.
Vale a pena rever sempre.