quarta-feira, dezembro 14, 2005

Surfin on a rocket in Breda...

Fazer Erasmus não é uma dádiva, não é um direito, é uma descoberta da felicidade de se estar vivo, mas principalmente de se viver.

E agora que se aproxima o natal, e os amigos feitos em pouco tempo se vão, o sentimento de perda é enorme.

Fico triste porque provavelmente não nos encontraremos mais, e de certeza que não iremos partilhar as nossas vidas da mesma forma que partilhamos aqui.

Mas a tristeza é um sentimento que o tempo molda, e esta tristeza apenas encobre uma grande alegria, de ter passado por todas estas experiências e outras que ainda virão.

O que concretiza este pensamento é o facto de ter arriscado, e uma vez mais ter ganho o desafio. Vim sózinho, descobri-me a mim próprio, descobri os outros, e descobri-me com os outros.

Chegar à conclusão que longe de todas as minhas referências de felicidade, eu também poderia ser feliz, foi óptimo.

Não substituí ninguém que já amava em Portugal pelos novos amigos, mas descobri que ainda tenho muito espaço na minha almofada de sentimentos, para colocar estas pessoas maravilhosas que vou conhecendo.

Estou muito feliz por ter encontrado bons amigos, e a pouco mais de uma semana de regresso a casa, continuo sem perceber como pode alguém desperdiçar a oportunidade de fazer um Erasmus.

Se ainda tiverem hipótese façam-no, é algo marcante para a nossa juventude e para a nossa vida.

Estou a amar...

1 comentário:

Anónimo disse...

N posso deixar de dizer q erasmus n é tudo na vida... q se os novos amigos n substituiem os anteriores entao mais parece.